A megaoperação realizada na quarta-feira (17/10) na comunidade da Coréia, em Senador Camará (RJ), que mobilizou pelo menos 500 policiais e terminou com o triste saldo de 12 pessoas executadas, entre elas uma criança de 4 anos, e cerca de quatro feridos é resultado da ação policial baseada no confronto que vem sendo intensificada desde o início da gestão de Sérgio Cabral.Nota assinada por diversas entidades
TV Globo, o delegado e outros assuntos capitais
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Vivesse o Brasil numa democracia midiática, com 40, 50 emissoras abertas, pertencentes aos mais diversos grupos da sociedade civil e em igualdade de condições econômicas, talvez nem estivéssemos discutindo a atitude do delegado Bruno (…)Por Marcelo Salles – Jornalistas Populares
Para mídia e Justiça Eleitoral, brasileiro não sabe votar
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Uma vez, Pelé afirmou que “brasileiro não sabe votar”. A grande mídia e o TSE parecem estar falando o mesmo, agora. Mostram a corrupção do sistema de que fazem parte, mas culpam o povo.Por Sérgio Domingues – Jornalistas Populares
Imprensa promove campanha difamatória contra Movimento dos Atingidos por Barragens
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No último dia 16, os jornais Correio Braziliense e Estado de Minas publicaram matéria mentirosa intitulada ‘Ameaça de blecaute investigada’, na qual o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) é acusado de planejar uma ação contra a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Segundo esses jornais, a ação do movimento resultaria na “falta de energia para metade do país”. Movimento responde aos ataques.Do Movimento dos Atingidos por Barragens
Para Venício Lima, parlamentares donos de emissoras prejudicam políticas
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O processo democrático está sendo prejudicado por uma prática ilegal, mas que já se tornou comum no Brasil: a propriedade de emissoras de rádio e televisão por políticos. O alerta é do pesquisador do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política (Nemp), da Universidade de Brasília (UnB), Venício de Lima, que coordenou um estudo sobre a relação dos deputados com os veículos de radiodifusão.Dos Jornalistas Populares, exclusiva
Carta aberta: Dia Internacional de Luta contra a Tortura
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O MNDH tem afirmado há anos que a tortura e a impunidade expressam a incapacidade do Estado brasileiro de construir condições concretas para a efetivação dos Direitos Humanos. Por isso, entendemos que é necessário ampliar de forma significativa os esforços para o enfrentamento deste crime, tornando o combate a tortura uma política pública de Estado. (…)Do Movimento Nacional de Direitos Humanos – MNDH
PCC: O monstro mordeu a mão errada
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Os recentes ataques do PCC em São Paulo cumpriram uma previsão de seus líderes. Em 2001, um manifesto da organização criminosa avisou que as prisões eram “fábrica de monstros”. Cinco anos depois, o monstro saiu às ruas e está atacando. Mas, os maiores responsáveis por sua criação estão longe de sofrer com isso.Dos Jornalistas Populares, exclusiva


